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"É uma lei antes de tudo insensata, absolutamente insensata, e corresponde à mentalidade de Zapatero, o qual tem uma ideia fixa, a questão dos direitos. Tudo que lhe é apresentado como direito, ele o promove, mas é incapaz de compreender que coisa seja um direito", acusou. Em 30 de junho, o papa Bento XVI nomeou o religioso para a titularidade da academia pontifícia, cargo que era ocupado pelo arcebispo Rino Fisichella. Até então, Carrasco de Paula, que é espanhol e membro da Opus Dei, era conselheiro deste organismo. Em entrevista à revista católica I Consulente Re, o novo presidente comentou a lei que entrou em vigor no início do mês e autoriza o aborto para mulheres a partir de 16 anos até a 14ª semana de gestação, e até a 22ª quando houver risco grave para a mãe ou anomalias no feto. A norma foi duramente combatida pela Igreja Católica local e pela oposição de centro-direita. O Partido Popular (PP) apresentou um recurso ao Tribunal Constitucional do país contra as novas regras. |
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A lei sobre o aborto introduzida há pouco na Espanha é tão "insensata" quanto o primeiro-ministro do país, José Luis Rodríguez Zapatero, afirmou o presidente da Academia Pontifícia para a Vida, dom Ignacio Carrasco de Paula.
