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Enquete da Câmara concorda com veto de instalação de maquinas de camisinhas

Notícias - Igreja em Foco

Enquete da Câmara concorda com veto de instalação de maquinas de camisinhas proposto por SiufiA polêmica que gira em torno da iniciativa do Governo Federal de implantar máquinas dispensadoras de camisinhas em todas as escolas da rede pública do país tem provocado a indignação da população campo-grandense.


Como forma de ampliar o debate acerca do tema, o site institucional da Câmara Municipal de Campo Grande avaliou a opinião dos internautas questionando o seu posicionamento com relação à instalação da máquina de camisinhas nas escolas.


Com rejeição expressiva, a enquête registrou 94% dos que disseram não concordar, contra os 6% que aceitaram a proposta do Governo Federal. A votação certifica o projeto de lei, de autoria do presidente do Legislativo Municipal, Paulo Siufi (PMDB), que já está em tramitação na Casa de Leis.


A proposta veda a instalação de máquinas dispensadoras de preservativos, em órgãos municipais, bem como na Rede Pública e particular de ensino do município de Campo Grande.


Setores ligados a trabalhos que envolvem infância e adolescência, na Capital, descredenciam a idéia, que é de responsabilidade do Programa DST e Aids, do Ministério da Saúde e são unânimes em dizer que a ação desrespeita o Estatuto da Criança e do Adolescente, ora vigente em âmbito nacional.


“Embora, o Governo Federal tenha tido a melhor das intenções, infelizmente essa não é a melhor maneira de promover a educação sexual dos nossos adolescentes. A criança e o adolescente necessitam de uma educação com qualidade, de gozar de melhores condições de higiene e saúde, de incentivo a cultura, ao esporte. Na minha opinião, a implantação de máquinas de camisinhas irá causar um desequilíbrio total e incentivar ainda mais a libertinagem, ou seja o sexo por sexo”, considerou o diretor presidente do Instituto de Ação Social de Desenvolvimento Educacional e Cultura O Giro 380, Luiz Carlos Santana.


Para a coordenadora da Pastoral da Criança, da Arquidiocese de Campo Grande, Rita de Cássia Vieira, esse tipo de ação contribui para a indução da promiscuidade entre os adolescentes. “Honramos a igreja católica, que é contra a camisinha, a contraceptivos. Na visão da igreja católica, esse tipo de modernidade não devemos apoiar, temos de impedir que seja despertado esse tipo de interesse”, disse Rita de Cássia.


De acordo com Paulo Siufi, a implantação das máquinas de camisinhas banaliza o sexualidade precoce. Para Siufi, a Capital necessita de ações que sejam voltadas para humanizar todos os setores da sociedade, e não de iniciativas que segundo o parlamentar, acabam vulgarizando todo um contesto social e familiar.


Assessoria de imprensa da Câmara Municipal de Campo Grande

 


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